39 coisas que o árbitro de natação tem que fazer






1. Só iniciar uma competição depois de vistoriar toda área da piscina (material adequado, duchas, raias, blocos de partida etc.).


2. Deve estar higienizado(a), com o melhor aspecto visual possível.


3. Deve estar consciente do personagem assumido.


4. "Respeitar para ser respeitado" – o respeito adquire-se. Re-ler sempre as regras, decidir sempre com a lei, com certeza e convicção e na falta dela, com o bom senso.


5. Observar sempre as regras da FINA e as disciplinares do Código de Justiça Desportivo.


6. Conferir depois de prontos os resultados e só então autorizar sua publicação.


7. Na dúvida, decidir sempre a favor do réu (atleta).


8. Jamais favorecer; julgar somente com sua consciência.


9. Não premeditar, não pré-julgar.


10. Manter a moral elevada, tomar atitudes positivas e ter o cuidado para passar sem ser notado.


11. Chamar a atenção de modo sutil a algum colega-árbitro desatento.


12. Observar com cuidado sua conduta, sua postura no desempenho de seu papel, não ser arbitrário, não cometer arbitrariedade.


13. Não tomar atitudes em relação ao público – ser impessoal; ouvir e calar, não discutir, não brigar.


14. Providenciar socorro médico à atleta acidentado.


15. Fazer com que a competição transcorra normalmente até o final; ficar atento a todos os detalhes na área da competição.


16. Somente mudar quando para beneficiar a rotina da competição.


17. Suspender o desenrolar da competição a qualquer momento, para salvaguardar a integridade física dos juizes, auxiliares e atletas, por motivo de intempéries (vendaval, tempestade, etc.), conflito, brigas etc.


18. Ficar atento aos fatos não previstos nas regras: "o errado é sempre feito às escondidas".


19. Observar se o nadador está com óleo no corpo.


20. É comum verificar atletas urinando da partida, não tome nenhuma atitude.


21. Observar se um nadador está instigando ao lado, xingando-o a fim de irritá-lo. Comunique a fato ao chefe ao chefe/árbitro.


22. Verificar antes da prova se algum nadador está portando material que o não adequado (proibido).


23. Se for cronometrista, nunca divulgar o tempo ao atleta.


24. Se for juiz de voltas, observar no nado de costas se o nadador vira sem tocar na borda, se houve propulsão (pernas e/ou braços) após sair da posição de costas, se após a virada antes de nadar ostenta a posição de costas; no nado de peito, se toca com as duas mãos, se ao deslizar bate pernas no plano vertical, se dá mais de uma braçada submersa; no borboleta, se ao tocar o faz com as duas mãos, se ao deslizar submerso bate pernas alternadas; e se no nado livre ao virar toca a parede com qualquer parte do corpo.


25. Não conversar com companheiros, atletas ou técnicos durante o desenrolar de uma prova.


26. Se tiver dúvidas ao julgar, não consultar ninguém, simplesmente omita-se.


27. Permaneça sentado enquanto não estiver atuando.


28. Não comente com ninguém a atuação do árbitro ou de qualquer outro auxiliar – todos são falíveis, mas ao errar, tenha convicção que acertou.


29. Conferir a ordem de participação dos atletas nas provas de revezamento, verificando as fichas e as carteiras de identidade.


30. Observar o nadador que ameaça sair escapado, balançando-se conscientemente, com o objetivo de fazer que adversários desequilibrem (má conduta).


31. Se notar que algum nadador foi incluído na prova, parar a competição e verificar se o mesmo está inscrito pelo clube (houve falha da federação) e/ou está em outras provas.


32. Não permitir que técnicos entrem na piscina com qualquer finalidade.


33. Se um atleta reclamar, não discutir e orientar a falar com o árbitro geral; na reincidência, comunicar o fato ao árbitro geral.


34. Numa chegada difícil entre dois nadadores de peito e na qual os dois se juntam a raia que os separa, verificar se algum usa artifício ilegal para vencer.


35. Numa prova de nado de costas, ou na de medley ou nos revezamentos em quatro estilos, observar com atenção ao nadador que nada junto à raia, pois ele poderá estar puxando a raia, olhe para as pastilhas da raia.


36. Observar nas chegadas se um nadador que já chegou, atrapalha com as pernas (por baixo da água) a um outro que está chegando (revezamento).


37. Por ocasião das viradas, observe o nadador que desvia e vai para cima do adversário, pois ele poderá atrapalhar, puxando ou chutando.


38. Se ao executar uma virada o nadador sai em outra raia, com a finalidade de prejudicar um adversário.


39. Nas chegadas alguns nadadores batem propositadamente as mãos na água para confundir o cronometrista e os juizes de chegada. Só pare o cronômetro quando o atleta bater na parede.


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